Seu site não é cartão de visita: é a porta do funil.
Tem site que é porta-retrato: bonito, parado, pendurado na parede da internet. E tem site que é porta: gente entra por ele. A diferença quase nunca é estética — é estrutura. Este guia é a estrutura.
A pergunta que o site responde em 5 segundos.
Quem chega precisa entender, sem rolar a tela: o que você faz, pra quem, e qual o próximo passo. “Studio Marla — mechas e coloração em Pinheiros. Peça seu horário” vence qualquer slogan poético que não diz nada.
Teste honesto: mostre seu site 5 segundos pra alguém de fora e pergunte o que você vende. Se a pessoa hesitar, o topo está errado.
Prova antes de promessa.
Ninguém acredita em adjetivo (“qualidade”, “excelência”) — todo mundo acredita em evidência: foto de trabalho real, resultado, números concretos, o rosto de quem atende. Cada seção do site deveria mostrar, não afirmar.
O formulário certo (curto, com promessa de resposta).
Peça o mínimo — nome e WhatsApp bastam pra começar. Cada campo a mais derruba a conversão.
Diga o que acontece depois — “Respondemos em minutos no seu WhatsApp” converte mais que “Enviar” — porque tira o medo do vácuo.
Um pedido por página — decida o que quer da visita (pedir horário? orçamento?) e aponte tudo pra isso.
O site não termina no clique.
A conversão real acontece DEPOIS do formulário: se o contato leva um dia pra ser respondido, o site trouxe e o atendimento devolveu. Site que gera negócio é o que está LIGADO na operação — o lead cai num funil, alguém (ou algo) responde na hora, e a conversa começa aquecida.
Regra de bolso: quem responde primeiro leva. O formulário deveria disparar uma resposta em minutos, sempre.